PORTAL IGOSSIP NEWS!
CORREIO ESPÍRITO SANTO!
JORNAL O ECONÔMICO!
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
O Diário de Notícias do País!
sábado, 31 de outubro de 2026
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
O Diário de Notícias do País!
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Inicio
Brasil & Mundo
Brasil

Responsável por lancha que naufragou em Belém nega superlotação

De acordo com o defensor, Oliveira orientou os passageiros a terem calma e ajustarem os coletes salva-vidas, alertando sobre o perigo iminente.

Por Redação / Diário da Nação
12 de setembro de 2022
em Brasil, Sociedade
4 mins read
0 0
A A
0
Share on Facebook
Share on Twitter

O contramestre Marcos de Souza Oliveira, comandante da lancha Dona Lourdes II, que naufragou na quinta-feira (8), em Belém, com um número ainda incerto de passageiros a bordo, disse a seu advogado que a tragédia foi um “acidente causado pela força da natureza”.

“Ele conta que vinha navegando normalmente quando houve um baque forte na parte de baixo da embarcação, provavelmente [causado pelo tronco de uma] árvore. Isto arrebentou o sistema de controle da lancha, que ficou sem controle, à mercê da força d´água”, disse o advogado criminalista Dorivaldo Belém à Agência Brasil.

De acordo com o defensor, Oliveira orientou os passageiros a terem calma e ajustarem os coletes salva-vidas, alertando sobre o perigo iminente. “Ele ainda pediu ajuda, mas em poucos minutos a lancha afundou”, acrescentou o advogado.

Segundo as autoridades marítimas, a lancha tinha capacidade para 82 pessoas, incluindo tripulantes. Até esta manhã, já tinham sido confirmadas 22 mortes e o resgate de 66 sobreviventes. Ao menos uma pessoa segue desaparecida.

Por enquanto, a Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) trabalha com a hipótese de que, entre crianças, homens e mulheres de todas as idades, ao menos 89 pessoas viajavam de Cachoeira do Arari, no arquipélago de Marajó, para a capital, Belém.

O advogado disse que, segundo seu cliente, havia 82 coletes salva-vidas a bordo da Dona Lourdes II, além de quatro boias de apoio que, juntas, serviriam para salvar até outras 60 pessoas. “Ou seja, em termos de equipamentos de segurança, ela tinha quase o dobro da capacidade de lotação máxima”, disse o advogado. “A maioria das pessoas estava com o colete [no momento em que o barco começou a afundar], mas o fato foi inesperado, grave, e muitas das pessoas entraram em pânico e não souberam operar os equipamentos”, acrescentou Dorivaldo Belém.

Ele disse que seu cliente nega que houvesse mais de 82 pessoas a bordo da lancha no momento do naufrágio. “Ele contesta, diz que não havia este número de pessoas. A partir disso, posso dizer que, entre os 66 sobreviventes, pode haver quem realmente não estava no barco e que agora estão dizendo que estavam apenas para aparecer, para dizer que se salvaram, não sei com que intenção. Teremos que ver isso também. De qualquer forma, mesmo que houvesse cinco pessoas a mais, não é por isso que o barco afundou”, disse o advogado, assegurando que, assim como os acidentes náuticos, a superlotação das embarcações também é uma realidade na região, devido às falta de transporte para atender à população. “Não é correto. É irregular, mas não é isso a causa de um acidente.”

O advogado confirmou que, conforme divulgado pela agência estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon), a lancha acidentada pertencia à mãe do contramestre. De acordo com a agência, Oliveira passou a usar a Dona Lourdes II após ter outras duas embarcações (Clicia e Expresso) apreendidas por transporte irregular de passageiros. O próprio defensor de Oliveira admite que, com a Dona Lourdes II, o cliente seguiu operando sem as autorizações necessárias.

“A embarcação está devidamente registrada na Capitania dos Portos e, portanto, estava autorizada a fazer esse tipo de transporte, mas com um detalhe irregular: ela não estava autorizada a operar no trajeto em que houve o acidente”, explicou Belém, garantindo que além de morar em Belém, Oliveira trabalha desde a adolescência e, portanto, conhece bem a região e a atividade.

“Ele é um exímio comandante e estava aguardando pela licença que pediu há 6 meses para operar nesta rota. Há um processo administrativo para obtenção da autorização e que estava em andamento, mas não foi pela falta dessa autorização ou devido à falta de habilidade [do contramestre] que o acidente aconteceu”, disse o advogado.

Ainda segundo o advogado, no primeiro momento, Oliveira não procurou as autoridades marítimas e policiais por estar se recuperando do trauma – o próprio contramestre contou ter nadado para escapar com vida, auxiliando a sua esposa e uma criança que estava na lancha. Depois, de acordo com Belém, Oliveira temeu sofrer alguma violência, em razão da comoção popular que o naufrágio provocou.

Passadas 96 horas do acidente, o advogado assegurou que está acertando a apresentação do seu cliente à Polícia Civil, que, por sua vez, informou, em nota, que a Delegacia Especializada Fluvial está ouvindo o depoimento de sobreviventes e outras testemunhas no âmbito do inquérito criminal que corre sob sigilo, e que “todas as medidas cabíveis” estão sendo adotadas para “esclarecer os fatos e responsabilizar criminalmente os responsáveis” pelo naufrágio.

A Capitania dos Portos da Amazônia Oriental também instaurou um inquérito e pretende convocar os responsáveis pela lancha a prestar esclarecimentos.

O advogado Dorivaldo Belém questiona a hipótese de Oliveira vir a ser indiciado por homicídio doloso, ou seja, por ter assumido o risco de matar. “Ele [Oliveira] próprio diz que pode não ter sido hábil; pode ser responsabilizado por ter atuado em um trecho não autorizado e até mesmo por não ter ensinado as pessoas a usarem corretamente os coletes salva-vidas, mas, isso, para mim, não configura um homicídio intencional. É um exagero querer tipificar um homicídio culposo [não intencional] em doloso. Até porque, a bordo da lancha estavam a mulher e amigos dele”, acrescentou o defensor, informando já ter apresentando à Justiça um pedido de habeas corpus para tentar evitar a prisão preventiva de seu cliente, que deve se apresentar em breve para prestar esclarecimentos.

Tags: Belémcapitania dos portosDona Lourdes IIGerallanchaNaufrágioPará
Post anterior

Maior constrangimento por excesso de peso ocorre no ambiente familiar

Próximo post

Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 6,61% para 6,4%

Redação / Diário da Nação

Diário da Nação é um portal digital que se destaca no cenário de notícias e entretenimento, oferecendo conteúdo relevante e atualizado sobre música, cinema, famosos, tendências culturais e acontecimentos de grande repercussão. Focado em proporcionar uma experiência interativa para o público, o site não só traz informações sobre o mundo das celebridades, mas também compartilha análises, curiosidades e novidades sobre o universo do entretenimento e da cultura pop. Seu compromisso é com a qualidade da informação e a diversidade dos temas, garantindo que os leitores fiquem por dentro do que está em alta de forma descontraída e envolvente.

Notícias Relacionadas

MPF e PF investigam onda de violência e ameaças contra indígenas no Mato Grosso do Sul

MPF e PF investigam onda de violência e ameaças contra indígenas no Mato Grosso do Sul

Operação Luctus mira esquema de repasse ilegal de dados de óbitos a funerárias

Operação Luctus mira esquema de repasse ilegal de dados de óbitos a funerárias

Feriado de Finados deve movimentar dois milhões de passageiros em voos

Feriado de Finados deve movimentar dois milhões de passageiros em voos

Auxílio Reconstrução 2026 é alvo de golpe e Ministério da Integração nega existência do valor

Auxílio Reconstrução 2026 é alvo de golpe e Ministério da Integração nega existência do valor

Motorista infarta e engavetamento com 20 veículos na Dutra deixa 11 feridos

Motorista infarta e engavetamento com 20 veículos na Dutra deixa 11 feridos

Legado de John Coltrane ganha edição especial no programa Jazz Livre da Rádio MEC

EBC garante R$ 23 milhões da ANATEL para acelerar implementação da TV 3.0 no Brasil

Próximo post

Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 6,61% para 6,4%

Recomendado!

MPF e PF investigam onda de violência e ameaças contra indígenas no Mato Grosso do Sul

MPF e PF investigam onda de violência e ameaças contra indígenas no Mato Grosso do Sul

Apostas esportivas retiram R$ 62,5 bilhões do orçamento de famílias brasileiras

Golpe de falsas multas do Detran atinge moradores do Distrito Federal

Operação Luctus mira esquema de repasse ilegal de dados de óbitos a funerárias

Operação Luctus mira esquema de repasse ilegal de dados de óbitos a funerárias

Feriado de Finados deve movimentar dois milhões de passageiros em voos

Feriado de Finados deve movimentar dois milhões de passageiros em voos

Auxílio Reconstrução 2026 é alvo de golpe e Ministério da Integração nega existência do valor

Auxílio Reconstrução 2026 é alvo de golpe e Ministério da Integração nega existência do valor

O Diário de Notícias do País!

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Diário!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato

Siga Nossas Redes!

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Insira detalhes para redefinir a senha

Entrar
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.