Brasília (DF) – O cenário político do Distrito Federal para 2026 já tem seus contornos definidos. Ao todo, dez nomes figuram na lista de candidatos ao governo, em uma disputa que movimentará os 2.253.132 eleitores aptos a votar no território. A dinâmica da eleição, agendada para 4 de outubro — com a possibilidade de um segundo turno em 25 de outubro —, selará não apenas o comando do Palácio do Buriti, mas também a composição das cadeiras do Legislativo e a escolha do presidente da República.
O perfil do eleitorado brasiliense revela uma maioria feminina, que representa 54% do total de votantes, enquanto os homens somam 46%. No que diz respeito à composição étnico-racial, o grupo majoritário entre os que declararam cor é o de pessoas pardas, com 49,17%. Os eleitores brancos ocupam a segunda maior parcela, atingindo 38,02%, seguidos por 11,71% de pessoas pretas. O levantamento também aponta a participação de 0,89% de eleitores que se autodeclaram amarelos e 0,22% de indígenas.
Para o Executivo local, a lista de candidatos inscritos para a urna eletrônica, disposta em ordem alfabética, é encabeçada por Ricardo Garcia Cappelli, filiado ao PSB. Na sequência, aparece Celina Leão Hizim Ferreira, representando a coligação Propósito e Ação. O pleito também conta com a candidatura de Elisson Ferreira Freire, pelo Agir, e Expedito Carneiro de Mendonça, do PCO.
Completam o quadro de opções para o eleitorado do Distrito Federal os nomes de Francisco Queiroz Caputo Neto, conhecido como Kiko Caputo pelo partido Novo, e Leandro Antônio Grass Peixoto, pela federação DF do Povo. A lista segue com a deputada Paula Moreno Paro Belmonte, que concorre pela federação formada por PSDB e Cidadania, além de Robson Raymundo da Silva, o Professor Robson, representando o PSTU.
Fechando a relação de postulantes ao governo estão Samara Mineiro Oliveira, a Professora Samara Mineiro, da UP, e Alderico da Silva Pinheiro Filho, o Rico Pinheiro, pelo PRTB. O processo eleitoral deste ano segue o rito de escolha simultânea, onde além de governadores, o Distrito Federal elegerá senadores e deputados distritais, mantendo sua influência direta no Legislativo federal.
A contagem regressiva para o primeiro turno já é sentida nas bases partidárias. Enquanto os candidatos preparam suas estratégias para conquistar o voto, a Justiça Eleitoral organiza a logística necessária para atender a totalidade do eleitorado, dividido entre os pontos de votação distribuídos por todas as regiões administrativas.












