Sergipe (SE) – O cenário eleitoral em Sergipe foi definido com seis postulantes ao governo do estado. A corrida pela sucessão estadual ocorre sob a expectativa de um eleitorado composto por 1.740.124 pessoas, que definirão o futuro da gestão local nas urnas. O perfil demográfico desse grupo aponta um equilíbrio entre gêneros, com 53% de mulheres e 47% de homens.
A composição racial dos eleitores sergipanos é marcada pela predominância de pardos, que representam 66,75% do total. Na sequência, os brancos somam 19,66%, enquanto os autodeclarados pretos representam 12,76%. Indígenas e amarelos, quando somados, não atingem a marca de 1% do colégio eleitoral.
A votação está programada para o dia 4 de outubro. Na ocasião, o eleitorado terá pela frente uma jornada intensa, com a escolha de deputados federais, deputados estaduais, dois senadores, governador e presidente da República. Para o cargo de senador, a chapa é composta pelo titular acompanhado de seus dois suplentes.
Caso nenhum dos candidatos ao governo ou à presidência obtenha mais de 50% dos votos válidos — desconsiderando-se os brancos e nulos — o processo eleitoral segue para uma segunda etapa. Esse novo confronto está agendado para o dia 25 do mesmo mês.
A lista abaixo apresenta os nomes que pleiteiam o comando do Executivo estadual, organizados em ordem alfabética conforme o registro na urna:
Dr. Helton, nome de urna de José Helton Silva Monteiro, concorre pelo PSOL. Já Emanuel Cacho representa o PSDB, sob o registro de Emanuel Messias Oliveira Cacho. O candidato do PSD é Fábio, identificado oficialmente como Fábio Cruz Mitidieri.
O campo conservador traz Ricardo Marques, que responde por Jose Ricardo Marques dos Santos, pelo PL. O DC concorre com Taty Cristina de Jesus, cujo nome de registro é Tatiana Cristina Santos de Jesus. Por fim, Valmir de Francisquinho, nome de urna de Valmir dos Santos Costa, completa a relação representando o Republicanos.
O pleito de outubro funciona como um termômetro para as forças políticas locais, que buscam consolidar apoio em meio a um cenário marcado pela diversidade demográfica do estado. Agora, a decisão sobre o rumo da administração pública passa exclusivamente pelo exercício do voto de cada cidadão sergipano.









