São Paulo (SP) – A capital paulista vai continuar no centro do mapa do vôlei feminino global. A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) confirmou que São Paulo será, pelo segundo ano consecutivo, a sede do Campeonato Mundial de Clubes em 2026. A próxima edição do torneio está agendada para o período de 8 a 13 de dezembro.
Desta vez, a quadra escolhida para receber as melhores equipes do planeta é a do Ginásio Wlamir Marques, pertencente ao Corinthians, localizado no bairro do Tatuapé, na zona leste da cidade. Quem planeja acompanhar as partidas de perto precisa se apressar: os ingressos começam a ser comercializados já neste sábado, dia 8, por meio da plataforma Ticketmaster.
O regulamento prevê a participação de oito equipes, divididas inicialmente em duas chaves de quatro integrantes. Os dois melhores de cada grupo avançam para as semifinais. Duas vagas brasileiras já estão asseguradas. O Osasco São Cristóvão Saúde entra na disputa na condição de clube anfitrião, repetindo o papel que desempenhou na temporada anterior. O outro representante do país é o Sesi Bauru, que garantiu sua classificação ao faturar o título do Campeonato Sul-Americano. A organização ainda definirá os seis times restantes que completarão a tabela.
Histórico paulista no torneio
Esta será a quarta ocasião em que a cidade abriga o evento. A relação de São Paulo com o Mundial começou em 1991, na edição de estreia da competição. Três anos depois, em 1994, a capital paulista viu o Leite Moça Sorocaba — equipe que marcou época no esporte nacional antes de ser extinta — erguer o troféu e se tornar o primeiro time brasileiro a vencer o campeonato. O feito só seria repetido em 2012 pelo Osasco, em edição sediada na cidade de Doha, no Catar.
Na edição de 2025, o palco das partidas foi a Mercado Livre Arena Pacaembu. Naquela oportunidade, o público assistiu a uma decisão totalmente dominada pelo voleibol italiano, com o Scandicci derrotando o Conegliano por 3 sets a 1 para ficar com a taça. O pódio teve sotaque brasileiro na disputa do terceiro lugar, quando o Osasco superou o Dentil Praia Clube por 3 sets a 0.
A perspectiva de atuar novamente diante da torcida local anima a comissão técnica do time de Osasco. O treinador Luizomar de Moura ressaltou que jogar o Mundial em casa serve como um estímulo extra para o elenco, apontando que o planejamento do novo grupo visa buscar mais um pódio e tentar alcançar posições ainda mais altas na classificação final.












































































































