PORTAL IGOSSIP NEWS!
CORREIO ESPÍRITO SANTO!
JORNAL O ECONÔMICO!
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
O Diário de Notícias do País!
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
O Diário de Notícias do País!
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Inicio
Brasil & Mundo
Sociedade

Ministra dos Povos Indígenas espera demarcação de 14 áreas este ano

Por Redação / Agência Brasil
31 de janeiro de 2023
em Sociedade
3 mins read
0 0
A A
0
Share on Facebook
Share on Twitter

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, afirmou, em entrevista a veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que 14 processos de demarcação de terras indígenas estão prontos para homologação pelo governo federal.

São áreas localizadas em oito estados de quase todas as regiões do país. “Temos 14 processos identificados, que estão com os estudos prontos, concluídos, já têm a portaria declaratória. A gente espera que o presidente Lula possa assinar a homologação”, disse.

As terras indígenas prontas para o reconhecimento definitivo ficam no Ceará, Bahia, Paraíba, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Amazonas e Mato Grosso. O governo anterior, de Jair Bolsonaro, havia paralisado todos os processos de demarcação de terras indígenas e a retomada desses processos foi um compromisso de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No fim ano passado, durante a transição de governo, o grupo de trabalho temático sobre questões indígenas já havia incluído, no seu relatório, uma lista das 13 áreas prontas para demarcação. Ao todo, elas somam cerca de 1,5 milhão de hectares.

Ameaças

Primeira indígena a assumir um cargo de ministra no governo federal, Sônia Guajajara foi a entrevistada da edição desta sexta-feira (27) do programa Voz do Brasil, da EBC, em que atualizou a situação de vulnerabilidade de diversos povos.

O tema ganhou evidência nos últimos dias com a eclosão da crise sanitária vivida pelos Yanomamis, em Roraima. Segundo a ministra, este caso é apenas “a ponta do iceberg”. 

“Tivemos seis anos de muita ausência do poder público. Yanomami é uma pontinha do iceberg”, afirmou Guajajara. A ministra citou os casos dos povos Arariboia e Guajajara, no Maranhão, Uru-eu-wau-wau, em Rondônia, Karipuna, no Acre, e Munduruku, no Pará. “Todas essas áreas estão com situação grave de madeireiro ou de garimpeiro e, com isso, [há] uma insegurança geral de saúde e alimentar”, disse.

A ministra também mencionou a situação dos indígenas Guarani Kaiowá, grupo que já esteve em evidência há alguns anos, mas que segue grave. Eles vivem em área ainda não demarcada e que é disputada por fazendeiros, as chamadas de áreas de retomada, em que há conflito permanente. “Temos recebido demanda do Guarani Kaiowá. Eles vivem em áreas de retomadas e isso dificulta a produção de alimentos. Tem a situação do povo Pataxó, também numa área de retomada. É uma terra indígena que aguarda portaria declaratória do governo federal. [Há também] os Awá Guarani, no Paraná, que têm procurado a gente para dar uma atenção especial”, acrescentou.

Outra fonte de preocupação, de acordo com a ministra, segue sendo a região Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, que concentra o maior número de povos indígenas isolados de todo o país. No ano passado, a região foi notícia mundial com os assassinatos brutais do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira.

“Nas duas últimas semanas foi encontrada uma bomba dentro da casa de um servidor da Funai [no Vale do Javari]. A Polícia Federal foi chamada e conseguiu desarmar a bomba. O Vale do Javari é uma prioridade para garantir proteção”, revelou a ministra.

“Com essa afirmação do presidente Lula de que vai retomar a demarcação de terras indígenas, de que vai avançar com esses processos, então [isso] já gera uma certa turbulência, animosidade de quem é contra a demarcação e, com isso, eles tentam formas de intimidar a própria atuação do governo federal”, acrescentou.

Ações permanentes

A ministra do Povos Indígenas ainda falou sobre a necessidade de ações permanentes nos territórios indígenas, para repelir ameaças e evitar novas situações de vulnerabilidade.  

“Essa ação é muito importante, é a retomada da presença do Estado no território. E é preciso que seja feito um trabalho articulado com vários ministérios. Para isso, instalou-se uma comissão de enfrentamento que vai começar na segunda-feira (30), e a ideia é que o Ministério da Defesa permaneça ali com essa presença de fiscalização, juntamente com Ministério da Justiça, [com] a Polícia Federal”, finalizou.

Tags: brasilDemarcação de TerrasDireitos HumanosGeralministra Sônia GuajajaraNotíciasPovos IndígenasSociedade
Post anterior

Hospital montado para atender povo yanomami começa a funcionar

Próximo post

Micro e pequenas empresas têm até hoje para aderir ao Simples

Redação / Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas

Zélia Amador de Deus deixa legado na luta antirracista e acadêmica na Amazônia

Zélia Amador de Deus deixa legado na luta antirracista e acadêmica na Amazônia

Esplanada dos Ministérios recebe desfile cívico-militar em celebração ao 7 de Setembro

Esplanada dos Ministérios recebe desfile cívico-militar em celebração ao 7 de Setembro

Brasília recebe multidão antes do amanhecer para o desfile do 7 de Setembro na Esplanada

Brasília recebe multidão antes do amanhecer para o desfile do 7 de Setembro na Esplanada

Famílias ganham manual da ONU e UNICEF para combater a misoginia digital de jovens

Abuso sexual infantil mediado pela tecnologia afeta 20 milhões de jovens em 21 países

Golpe do sósia utiliza algoritmos de reconhecimento facial para contornar sistemas de segurança

Golpe do sósia utiliza algoritmos de reconhecimento facial para contornar sistemas de segurança

Custos do sistema prisional brasileiro recaem sobre o orçamento das famílias de detentos

Custos do sistema prisional brasileiro recaem sobre o orçamento das famílias de detentos

Próximo post

Micro e pequenas empresas têm até hoje para aderir ao Simples

Recomendado!

SinpecPF critica afastamento da cúpula da Polícia Federal por decisão monocrática

SinpecPF critica afastamento da cúpula da Polícia Federal por decisão monocrática

ADPF contesta afastamento de cúpula da PF determinado de forma monocrática pelo STF

ADPF contesta afastamento de cúpula da PF determinado de forma monocrática pelo STF

Fluminense garante vantagem sobre o Platense nas quartas da Libertadores com vitória em casa

Fluminense garante vantagem sobre o Platense nas quartas da Libertadores com vitória em casa

Zélia Amador de Deus deixa legado na luta antirracista e acadêmica na Amazônia

Zélia Amador de Deus deixa legado na luta antirracista e acadêmica na Amazônia

AGU recorre ao STF para reverter afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da PF

AGU recorre ao STF para reverter afastamento de Andrei Rodrigues da direção-geral da PF

O Diário de Notícias do País!

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Diário!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato

Siga Nossas Redes!

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Insira detalhes para redefinir a senha

Entrar
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.