PORTAL IGOSSIP NEWS!
CORREIO ESPÍRITO SANTO!
JORNAL O ECONÔMICO!
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
O Diário de Notícias do País!
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
O Diário de Notícias do País!
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Inicio
Caderno de Negócios
Economia

Inflação medida pelo IGP-DI sobe 2,37% em março, informa a FGV

Por Redação / Agência Brasil
6 de abril de 2022
em Economia
3 mins read
0 0
A A
0
Share on Facebook
Share on Twitter

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 2,37% em março, acima do 1,5% verificado em fevereiro. O acumulado do ano está em 6% e a alta chega a 15,57% em 12 meses. Em março do ano passado, o índice registrava inflação de 2,17% e acumulava alta de 30,63% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O IGP-DI indica o movimento de preços em toda a cadeia produtiva: desde as matérias-primas agrícolas e industriais, passando pelos produtos intermediários até os de bens e serviços finais.

O coordenador dos índices de preços da FGV André Braz explica que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que subiu 2,8% em março, foi impactado pelos derivados de petróleo.

“O IPA, índice de maior expressão na composição do resultado do IGP, recebeu, nesta apuração, forte influência dos derivados do petróleo, cujos destaques foram diesel (de 2,7% para 16,86%), gasolina (de 1,71% para 12,69%) e adubos ou fertilizantes (-5,21% para 7,97%) que juntos responderam por 30% do resultado do IPA”.

Em fevereiro, o IPA subiu 1,94%. Por estágios de processamento, a taxa do grupo bens finais passou de 1,73% em fevereiro para 3,64% em março, sofrendo o impacto dos alimentos processados (de 0,61% para 4,03%). O índice de Bens Finais (ex), que exclui os alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 2,14% em março, depois da alta de 0,91% em fevereiro.

O grupo bens intermediários passou de 1,31% em fevereiro para 3,19% em março, com o avanço do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção (de 6,57% para 12,9%). O índice de bens intermediários (ex), calculado com a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, acelerou de 0,42% para 1,45% em março.

No estágio das matérias-primas brutas, a taxa desacelerou, variando 1,73% em março, depois da alta de 2,76% em fevereiro. Ocorreram reduções na variação de preço da soja em grão (de 10,16% para 3,48%), do café em grão (de 0,89% para -10,76%) e do milho em grão (de 4,92% para 1,49%). As principais altas foram no minério de ferro (-0,10% para 2,82%), na mandioca (-6,01% para 8,63%) e nas aves (0,39% para 6,95%).

IPC

De acordo com o Ibre/FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 1,35% em março, após alta de 0,28% em fevereiro. Entre as oito classes de despesa componentes do índice, sete tiveram movimento de acréscimo na variação. Foram elas: transportes (de 0,07% para 2,51%), habitação (de 0,33% para 1,23%), alimentação (de 1,2% para 1,99%), educação, leitura e recreação (de -0,51% para 0,67%), saúde e cuidados pessoais (de -0,12% para 0,29%), vestuário (de 0,33% para 1,04%) e despesas diversas (de 0,08% para 0,39%).

O instituto destaca o comportamento dos preços da gasolina, que passou de variação de -1,35% em fevereiro para 5,08% em março, da tarifa de eletricidade residencial  (de -0,73% para 1,60%), hortaliças e legumes (de 8,44% para 14,79%), passagem aérea (de -4,09% para 3,26%), perfume (de -3,00% para 2,60%), roupas (de 0,34% para 1,17%) e serviços bancários (de 0,06% para 0,41%).

Também teve decréscimo na variação entre fevereiro e março o grupo comunicação, que passou de 0,08% para -0,11%, influenciado pela redução na tarifa de telefone residencial, que foi de -0,41% para -0,83%.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,86% em março, ante 0,38% em fevereiro deste ano. Entre os componentes do indicador, materiais e equipamentos passaram de 0,28% em fevereiro para 0,5% em março, serviços foram de 1,66% para 0,7% e a mão de obra acelerou de 0,25% para 1,21%.

Tags: EconomiaFGVIbreIGP-DIIPAIPCpetróleo
Post anterior

Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 3 milhões

Próximo post

Preços dos aluguéis sobem 0,81% em março, diz FGV

Redação / Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Decreto que regulamenta o fim da escala 6x1 deve ser publicado na próxima segunda-feira

Decreto que regulamenta o fim da escala 6×1 deve ser publicado na próxima segunda-feira

Investimento de R$ 10 milhões impulsiona a agricultura familiar no semiárido da Bahia

Investimento de R$ 10 milhões impulsiona a agricultura familiar no semiárido da Bahia

André Lara Resende aponta alta taxa de juros como causa do desequilíbrio fiscal no Brasil

André Lara Resende aponta alta taxa de juros como causa do desequilíbrio fiscal no Brasil

Petrobras eleva preço do querosene de aviação em R$ 0,45 por litro a partir de domingo

Petrobras eleva preço do querosene de aviação em R$ 0,45 por litro a partir de domingo

Próximo post

Preços dos aluguéis sobem 0,81% em março, diz FGV

Recomendado!

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Edson Fachin suspende plenário do STF em meio à escalada de tensões entre magistrados

Fachin exige resposta da PGR sobre indiciamento de ex-banqueiro em caso BRB

OAB-RJ pede novo canal na Polícia Civil contra golpes de falsos advogados

OAB-RJ pede novo canal na Polícia Civil contra golpes de falsos advogados

MEC Enem reúne recursos gratuitos e Barchini incentiva uso na reta final do Enem 2026

MEC Enem reúne recursos gratuitos e Barchini incentiva uso na reta final do Enem 2026

O Diário de Notícias do País!

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Diário!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato

Siga Nossas Redes!

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Insira detalhes para redefinir a senha

Entrar
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.