Brasília (DF) – O Governo do Distrito Federal oficializou a interrupção das atividades escolares nas redes pública e particular nos dias 2 e 23 de outubro. A decisão, publicada em uma edição extra do Diário Oficial, visa preparar a infraestrutura física para o primeiro e o eventual segundo turno das eleições deste ano.
O calendário escolar sofre o impacto direto do processo democrático. Caso a disputa eleitoral seja definida logo no primeiro turno, a suspensão prevista para o dia 23 de outubro perderá o efeito, permitindo a normalização do cronograma de aulas na data.
A logística de organização dos colégios que servem como zonas eleitorais impõe rotinas específicas. Mesmo com a paralisação do ensino, o expediente administrativo permanece inalterado nessas unidades. Os responsáveis pela gestão escolar deverão comparecer aos prédios a partir das 7h, horário marcado para o recebimento das urnas eletrônicas distribuídas pela Justiça Eleitoral.
Como será feita a compensação do conteúdo pedagógico? Para os colégios da rede pública, a Secretaria de Estado de Educação será a responsável por ditar as diretrizes de reposição das horas-aula. Já no setor privado, a autonomia para definir como o cronograma será ajustado fica a cargo de cada instituição de ensino.
A medida busca conciliar o direito à educação com a necessidade de logística das eleições. A presença dos administradores nas escolas naquelas sextas-feiras garante que o equipamento necessário para a votação esteja posicionado com segurança antes do domingo de pleito.












