PORTAL IGOSSIP NEWS!
CORREIO ESPÍRITO SANTO!
JORNAL O ECONÔMICO!
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
O Diário de Notícias do País!
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
O Diário de Notícias do País!
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Inicio
Caderno de Negócios
Economia

Confiança de empresários cai 1,8% em relação a julho, mostra CNC

Por Redação / Agência Brasil
25 de agosto de 2022
em Economia
4 mins read
0 0
A A
0
Share on Facebook
Share on Twitter

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de agosto, divulgado hoje (25) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 124 pontos, mostrando queda de 1,8% em relação a julho, na comparação com ajuste sazonal. De acordo com a CNC, essa foi a primeira redução no otimismo dos varejistas brasileiros desde março. Na comparação com agosto do ano passado, entretanto, o nível de confiança dos comerciantes subiu 7,8%.

Falando à Agência Brasil, a economista da CNC, Izis Ferreira, esclareceu que essa elevação do otimismo na comparação anual revela o efeito da retomada do fluxo de pessoas nas ruas e no comércio. “O segundo semestre do ano passado teve uma melhora significativa na atividade do comércio. Mas a base ainda era muito baixa em relação ao segundo semestre de 2020”. 

O efeito positivo da retomada do varejo, que começou no segundo semestre do ano passado, veio se consolidando ao longo do ano. “Não teve piora no cenário de pandemia, não teve necessidade de novas restrições, a cobertura vacinal foi aumentando e, aí, o comércio foi sentindo esse benefício, digamos assim, da retomada, do fluxo de pessoas nas ruas, buscando estarem mais nos espaços comerciais e isso refletiu na comparação anual”.

Riscos e incertezas

Na passagem de julho para agosto deste ano, entretanto, ocorreu uma moderação na confiança dos varejistas causada pelo aumento dos riscos e das incertezas, tanto no Brasil como no exterior. “O comércio sente muito isso se traduzir de várias formas”, comentou.

A pesquisa da CNC aponta que a avaliação das condições atuais quanto às expectativas para os próximos meses recuaram 2,3% e 2,4%, respectivamente, em agosto. Também as perspectivas dos comerciantes para o desempenho da economia no curto prazo tiveram a maior diminuição entre os nove itens avaliados (-3,1%). Os varejistas apostam ainda em retração de 2,8% para o desempenho atual do comércio, acompanhando o declínio das vendas apontado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em junho (-2,3%). Dos 10 segmentos avaliados no varejo ampliado, nove tiveram retração, exceto as vendas de farmácias e perfumarias, em evoluíram 1,3%.

Perspectivas

A economista da CNC destacou também que o setor do comércio sofre os efeitos do calendário eleitoral em curso. “Historicamente, todo ano de eleições gerais tem uma moderação na confiança, que vai se acentuando conforme o processo eleitoral vai acontecendo”.

Analisando os meses de agosto de anos recentes em que houve eleições gerais, verifica-se que dois a três meses antes da votação, o índice de confiança e as expectativas caem. Em agosto deste ano, porém, as expectativas do que o comerciante espera para os seis meses à frente foram maiores, somando 153 pontos, contra 144,9 pontos em agosto de 2018 e 142,4 pontos em agosto de 2014. “O nível de expectativas para o desempenho do comércio está um pouco acima desses meses de agosto de anos em que houve eleições gerais porque o governo tomou algumas medidas que, na verdade, já estão dando sustentação na renda das famílias”, explicou Izis Ferreira.

Inflação e endividamento

A economista da CNC indicou que isso terá um impacto positivo no comércio, mas ele será menor devido ao cenário atual de inflação alta, principalmente para as famílias de renda média e baixa, e em itens que mais pesam no orçamento, como: alimentação e despesas com saúde e habitação. Esses itens e despesas ainda estão com níveis de preços muito elevados. “A gente não está vendo os preços dos alimentos caírem de forma tão rápida quanto a inflação geral”.

Segundo Izis, a redução da inflação geral é explicada pela queda dos preços dos combustíveis. “Isso quer dizer que é uma inflação que ainda está desafiando o consumidor de renda média e baixa. Por mais que ele esteja sendo irrigado por recursos do Auxílio Brasil, ou por mais que outros recursos tenham ajudado na renda dessas famílias, como a própria liberação extraordinária do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a gente ainda tem esse desafio e tem um consumidor muito endividado, com mais de um tipo de dívida. Assim fica mais difícil para ele aumentar o seu consumo diante de um cenário de inflação e endividamento elevados”.

De acordo com Izis Ferreira, o impacto das medidas de elevação da renda vai ser moderado diante da conjuntura, que ainda vai desafiar os consumidores nas questões de inflação e do endividamento. Com isso, o comerciante também moderou ou reduziu sua intenção de investir. Ela acredita que esse cenário deverá se manter nos próximos dois meses, com o varejista sendo mais cauteloso, segurando um pouco a decisão de investimento e de contratação de pessoal. Por outro lado, ressaltou que no final do ano, uma vez superado o calendário eleitoral e influenciado por eventos como a Black Friday, a Copa do Mundo e o Natal, as expectativas comerciais podem ser revistas.

Regiões

Em todas as regiões brasileiras, as expectativas para o desempenho do comércio mostraram redução em agosto. Isso aconteceu pela última vez entre março e abril de 2021, quando o país atravessava a segunda onda de covid-19.

A ICEC de agosto revela que embora as expectativas dos comerciantes da Região Norte apresentem o nível mais elevado (165,8 pontos), o indicador obteve a maior queda na comparação regional (-3,3%). A redução das expectativas dos lojistas do Norte para os próximos meses foi observada mesmo sendo essa a região onde se registraram os maiores valores médios pagos pelo Auxílio Brasil, comparativamente às demais regiões, segundo dados do Ministério da Cidadania, da ordem de R$ 445.

A segunda maior queda das perspectivas para o comércio foi registrada entre os empresários da Região Sudeste (-3%), apesar de a região englobar três dos cinco estados com maior número de famílias beneficiadas pelo atual programa de transferência de renda (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).

*Matéria alterada às 16h29 para esclarecer o título.

Tags: comércioEconomiavarejo
Post anterior

Ministério da Justiça investiga bancos por fraude em empréstimos

Próximo post

Frequência em atividades culturais ainda é menor do que antes da covid

Redação / Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Decreto que regulamenta o fim da escala 6x1 deve ser publicado na próxima segunda-feira

Decreto que regulamenta o fim da escala 6×1 deve ser publicado na próxima segunda-feira

Investimento de R$ 10 milhões impulsiona a agricultura familiar no semiárido da Bahia

Investimento de R$ 10 milhões impulsiona a agricultura familiar no semiárido da Bahia

André Lara Resende aponta alta taxa de juros como causa do desequilíbrio fiscal no Brasil

André Lara Resende aponta alta taxa de juros como causa do desequilíbrio fiscal no Brasil

Petrobras eleva preço do querosene de aviação em R$ 0,45 por litro a partir de domingo

Petrobras eleva preço do querosene de aviação em R$ 0,45 por litro a partir de domingo

Próximo post

Frequência em atividades culturais ainda é menor do que antes da covid

Recomendado!

Cursinhos populares transformam o sonho do ensino superior em realidade nas periferias

Cursinhos populares transformam o sonho do ensino superior em realidade nas periferias

Iniciativas de enfrentamento à violência contra a mulher recebem reconhecimento nacional

Iniciativas de enfrentamento à violência contra a mulher recebem reconhecimento nacional

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Fenabrave sobe projeção para venda de veículos novos em 2026 e aponta alta de 12,8%

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Copom mantém Selic em 13,75% ao ano após tensões cambiais e El Niño afastarem corte

Edson Fachin suspende plenário do STF em meio à escalada de tensões entre magistrados

Fachin exige resposta da PGR sobre indiciamento de ex-banqueiro em caso BRB

O Diário de Notícias do País!

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Diário!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato

Siga Nossas Redes!

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Insira detalhes para redefinir a senha

Entrar
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.