Mogadishu, Somália – A Somália enfrenta uma escalada alarmante em sua emergência alimentar, deixando 6 milhões de pessoas — o equivalente a 31% da população — em situação de insegurança crítica. O cenário, previsto para o trimestre entre abril e junho, coloca o país no centro de uma das maiores crises humanitárias da atualidade.
O alerta conjunto reúne esforços de órgãos internacionais como a FAO, o Ocha, o Unicef e o Programa Alimentar Mundial (PAM). As entidades monitoram a deterioração das condições de subsistência no território, que luta para conter o avanço da fome extrema entre seus habitantes.
O impacto mais cruel dessa tragédia recai sobre os pequenos. Segundo o Sistema de Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar (IPC), cerca de 2 milhões de crianças, com idades entre seis meses e cinco anos, sofrem com a subnutrição grave. O quadro é reflexo direto da ingestão insuficiente de calorias, evidenciando a urgência de uma resposta global coordenada.




























































































