PORTAL IGOSSIP NEWS!
CORREIO ESPÍRITO SANTO!
JORNAL O ECONÔMICO!
PORTAL IBATIBA ONLINE!
MUNDO DA SAÚDE 360!
O Diário de Notícias do País!
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança
O Diário de Notícias do País!
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Inicio
Brasil & Mundo
Sociedade

Câmara aprova mudança em prazo para registro de agrotóxicos

Por Redação / Agência Brasil
9 de fevereiro de 2022
em Sociedade
3 mins read
0 0
A A
0
Share on Facebook
Share on Twitter

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9), por 301 votos a 150, o texto-base do projeto de lei que fixa um prazo para a obtenção de registro de agrotóxicos no Brasil. A matéria segue para votação do Senado. Confira como votaram os parlamentares.

A análise da proposta não estava prevista na pauta de votações desta quarta-feira. Os deputados aprovaram a urgência ao texto, por 327 votos a 71, e logo em seguida a proposta entrou em votação. O texto centraliza no Ministério da Agricultura as atribuições de fiscalização e análise desses produtos para uso agropecuário. Além disso, permite a obtenção de registro temporário.

O projeto já tramita na Câmara há 20 anos. O texto estabelece o prazo máximo para o registro varia de 30 dias a dois anos, dependendo do tipo de análise a ser realizada. Atualmente, devido à complexidade da análise dos riscos e à falta de testes em humanos, os pedidos podem demorar cerca de sete anos para terem um parecer definitivo.

Segundo o relator da proposta, deputado Luiz Nishimori (PL-PR), atualmente a liberação de um registro leva de três a oito anos, o que “impede que produtos mais modelos cheguem ao mercado”.

Com o projeto de lei, caso o pedido de registro não tenha parecer conclusivo expedido no prazo de dois anos, será possível a concessão de um registro temporário para agrotóxico novo ou uma autorização temporária para aplicação de um produto existente em outra cultura para a qual não foi inicialmente indicado.

Para isso, basta que o produto em questão seja usado em pelo menos três países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entidade que congrega 37 nações com diferentes níveis de exigências sobre o assunto e que avalia a entrada do Brasil no quadro permanente. 

Polêmica

Apelidado de “PL do Veneno” por deputados de oposição, a proposta altera a nomenclatura de “agrotóxicos” para “pesticidas”. Segundo Luiz Nishimori (PL/PR), essa mudança de nomenclatura vai padronizar o termo adotado pelo Brasil e pelos países-membros da OCDE. 

“Não à toa, aqui no Parlamento está sendo chamado de ‘PL do Veneno’. Mas não só aqui: são mais de 300 organizações da sociedade civil, entre elas, a Fiocruz, entre elas, o próprio Ministério Público Federal, que estão assinando documentos, chamando-o de ‘PL do Veneno’ e mostrando o significado do seu atraso”, afirmou o deputado Marcelo Freixo (PSB/RJ). 

Para o líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), as consequências da liberação acelerada dos registros serão “irreversíveis” para a saúde do brasileiro. Segundo o parlamentar, entre os 50 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, 30 já são banidos em outros países.

“Produtos que causam úlcera, corrosões na pele, câncer, cegueira, não serão mais considerados extremamente tóxicos. Isso é inacreditável, mas é essa a verdade”, argumentou.

Para o líder da Maioria, deputado Diego Andrade (PSD/MG), a medida vai modernizar a agricultura brasileira. “A gente tem que parar de falar mal da nação que alimenta o mundo com sustentabilidade, e precisamos sim dos defensivos, como precisamos de vacina, que também é um remédio e na dose certa cura. Não podemos jogar contra aquilo que está sustentando o Brasil”, disse.

“É claro que precisamos, sim, dos defensivos, como precisamos da vacina, que também é um remédio que na dose certa cura. Há defensivos feitos à base de cravo como, por exemplo, para exportar o limão, para desinfectar”, completou.

Segundo o vice-líder do governo, deputado Evair Vieira de Melo (PP/ES), a produção brasileira é segura e vistoriada por agências internacionais criteriosas.

“A afirmação de que esse projeto vai colocar mais veneno na mesa dos brasileiros é mentira. Quem fala isso não tem fundamento. Esse é um discurso meramente de posição ideológica e política. Dizer que esse projeto ataca a legislação ambiental é mentira. Quem fala isso também não se sustenta”, disse.

Tags: agrotóxicosAlimentosCongresso NacionalDefensivos AgrícolasGeralpesticidas
Post anterior

Governo propõe inclusão do termo transtorno do espectro autista na LDB

Próximo post

Presidente condena apologia ao nazismo e pede seriedade sobre o tema

Redação / Agência Brasil

Agência pública de notícias, a Agência Brasil mantém, como todos os veículos da EBC, o foco no cidadão e prima pelo interesse público, honestidade, precisão e clareza das informações que transmite.

Notícias Relacionadas

Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal sobe para R$ 52 milhões

Mega-Sena atinge R$ 102 milhões após ausência de vencedores na faixa principal

Congresso Nacional concentra maioria de projetos legislativos contrários a direitos indígenas

Congresso Nacional concentra maioria de projetos legislativos contrários a direitos indígenas

Amelinha Teles, símbolo da resistência contra a ditadura militar, morre aos 81 anos

Amelinha Teles, símbolo da resistência contra a ditadura militar, morre aos 81 anos

Cacique Raoni apresenta melhora clínica e segue internado em UTI no Mato Grosso

Cacique Raoni inicia tratamento de cuidados paliativos aos 94 anos em Mato Grosso

TST ordena manutenção de 80% do efetivo dos Correios durante paralisação da categoria

TST ordena manutenção de 80% do efetivo dos Correios durante paralisação da categoria

Justiça Eleitoral amplia presença em terras indígenas de Roraima para fortalecer cidadania

Justiça Eleitoral amplia presença em terras indígenas de Roraima para fortalecer cidadania

Próximo post

Presidente condena apologia ao nazismo e pede seriedade sobre o tema

Recomendado!

Clariana Barão aposta na proteção de mulheres e crianças como pilar central de seu programa

Fiocruz abre 20 mil vagas em curso gratuito sobre impactos das bets na saúde mental

Golpes telefônicos no Tocantins exploram ameaças e falsas instituições financeiras

Partido Verde formaliza aliança com candidatura de Lula na corrida presidencial

Agenda dos presidenciáveis nesta quarta-feira (16) foi marcada por carreatas e debates

Brasília sedia congresso para discutir os rumos da comunicação pública no país

Brasília sedia congresso para discutir os rumos da comunicação pública no país

TSE utiliza notificações no e-Título para orientar eleitores antes do pleito de 2026

TSE utiliza notificações no e-Título para orientar eleitores antes do pleito de 2026

O Diário de Notícias do País!

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.

Sobre O Diário!

  • Termos de Uso
  • Política Privacidade
  • Contato

Siga Nossas Redes!

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Insira detalhes para redefinir a senha

Entrar
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Home
  • Saúde
  • Economia
  • Cultura
  • Educação
  • Brasil
  • Política
  • Esportes
  • Sociedade
  • Justiça
  • Mundo
  • Segurança

© 2019 - 2023. Todos os diretos reservados. Proibida a reprodução. Desenvolvido por Agência Caparaó.