O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que estabelece o 12 de março como o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A data é uma homenagem a Rosana Aparecida Urbano, técnica de enfermagem e primeira vítima fatal da doença no Brasil, registrada em São Paulo.
Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente criticou duramente a gestão da crise sanitária pelo governo anterior. Lula ressaltou a necessidade de responsabilizar profissionais de saúde que disseminaram desinformação sobre vacinas e tratamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina, durante o período mais crítico da pandemia.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que a data servirá para reflexão contínua sobre o enfrentamento de futuras emergências sanitárias. O governo também destacou a recuperação dos índices de imunização, informando que a cobertura vacinal infantil no país superou a marca de 90% em 2025, revertendo a queda observada nos anos anteriores.
A iniciativa complementa outras ações de preservação da memória nacional, como o Memorial da Pandemia, inaugurado recentemente no Rio de Janeiro. O espaço, localizado no Centro Cultural do Ministério da Saúde, homenageia as mais de 716 mil vidas perdidas para a doença, mantendo vivo o debate sobre a importância da ciência e da vacinação.










































































































