Brejetuba (ES) – O Conselho de Segurança das Nações Unidas foi palco, nesta terça-feira, de um balanço sombrio sobre o conflito ucraniano. Kayoko Gotoh, diretora da Divisão da Europa e Ásia Central, apresentou um relato que não deixa margem para otimismo: a guerra vive um momento de violência sem precedentes.
O cenário descrito pelo Departamento de Assuntos Políticos é de deterioração acelerada. Tréguas temporárias tornaram-se irrelevantes diante de ataques constantes a alvos civis, enquanto a tentativa de uma solução diplomática permanece em um estado de paralisia perigosa. O custo humano, segundo o órgão, escala de forma alarmante a cada dia de inércia internacional.
Os números refletem o rastro de destruição desde a invasão russa, deflagrada em fevereiro de 2022. Até o momento, o conflito ceifou a vida de pelo menos 15.850 civis — entre eles, 791 crianças. O saldo de feridos é igualmente devastador, superando a marca de 44 mil pessoas que carregam as cicatrizes físicas de uma guerra que parece longe de encontrar um desfecho.









