Nova Iorque, Estados Unidos – Durante o 21º Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, realizado em Nova Iorque e com encerramento nesta sexta-feira, o Brasil reiterou sua posição central na agenda climática. Segundo reportagem da ONU News – Perspectiva Global Reportagens Humanas, o governo brasileiro apresentou dados concretos sobre a redução de 55% no desmatamento, sinalizando avanços consistentes rumo aos objetivos estabelecidos para 2030.
Garo Batmanian, diretor do Serviço Florestal Brasileiro, defendeu uma visão da floresta que vai muito além de um simples estoque de carbono. Para ele, a vegetação atua como um motor hidrológico vital: metade da água que circula na Amazônia é gerada pela própria floresta. Essa conexão intrínseca entre cobertura vegetal e segurança hídrica torna a preservação um pilar indispensável para o equilíbrio das bacias hidrográficas diante das mudanças climáticas.
A estratégia brasileira foca, agora, na resiliência do ecossistema. O trabalho de monitoramento busca combater a degradação florestal — não apenas o corte raso, mas o processo que deixa a mata mais seca e vulnerável a incêndios de grandes proporções. Manter a integridade do bioma, como reforçado pela ONU News – Perspectiva Global Reportagens Humanas, é o caminho para garantir que a floresta continue exercendo seu papel autossustentável.

































































































