Colatina (ES) – A Bélgica assume o posto de favorita no Grupo G, uma das chaves mais imprevisíveis da Copa do Mundo que se inicia em 11 de julho. A tarefa de liderar a renovada seleção recai sobre os ombros de uma nova geração, mas sem esquecer os medalhões que marcaram época. Ao lado dos Diabos Vermelhos estão o Egito, de Mohamed Salah, o Irã, figurinha carimbada em Copas recentes, e a Nova Zelândia, de volta após 16 anos.
A base belga ainda conta com remanescentes da chamada “geração de ouro”, como Romelu Lukaku, Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois. Esses jogadores foram peça-chave na campanha que levou a Bélgica ao terceiro lugar em 2018, na Rússia, eliminando o Brasil nas quartas de final. O técnico Rudi Garcia, no entanto, mescla essa experiência com a juventude de nomes como Jeremy Doku, Charles De Ketelaere e Leandro Trossard, que já mostram talento em clubes europeus.
Esta será a 15ª participação da Bélgica em Copas. A vaga foi garantida com tranquilidade nas Eliminatórias Europeias, liderando o Grupo J sem grandes sustos.
O Egito, ausente no Catar em 2022, retorna ao cenário mundial buscando superar a barreira da fase de grupos, algo que nunca aconteceu em suas participações anteriores (1934, 1990 e 2018). Sob o comando de Hossam Hassan, ex-atacante e maior artilheiro da história do país, a expectativa é clara: avançar para o mata-mata.
Mohamed Salah, aos 33 anos, é a grande estrela egípcia. Após nove anos no Liverpool, o atacante agora defende uma nova fase na carreira, com o peso de liderar seu país. Omar Marmoush, Mahmoud Trezeguet e o goleiro Mohamed El Shenawy completam a lista de jogadores de destaque.
O Irã, por sua vez, faz sua sétima aparição em Copas, a quarta consecutiva. A equipe, conhecida como Team Melli, chega após uma campanha sólida nas eliminatórias asiáticas, onde liderou seu grupo com apenas uma derrota. Apesar de incertezas políticas, a seleção optou por se instalar em Tijuana, no México, para a disputa da fase de grupos, que ocorrerá nos Estados Unidos.
Sob o comando de Amir Ghalenoei, o time conta com o atacante Mehdi Taremi, de 33 anos, como principal referência ofensiva. Taremi é o segundo maior artilheiro da história da seleção iraniana.
Fechando o grupo, a Nova Zelândia chega com o status de campeã das eliminatórias da Oceania, com um desempenho impecável. Esta será a terceira participação dos “All Whites” no torneio, que já disputaram em 1982 e 2010. O técnico Darren Bazeley, que assumiu em 2023, aposta na liderança do experiente atacante Chris Wood, de 34 anos, autor de nove gols nas eliminatórias e capitão da equipe.




































































































