Florianópolis (SC) – A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis oficializou o arquivamento do caso envolvendo o Cão Orelha. A decisão atende a um pedido formal do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), conforme confirmado pelo Tribunal de Justiça do estado nesta sexta-feira (15). Segundo o tribunal, quando o órgão ministerial solicita o encerramento dentro dos trâmites legais, o Judiciário não possui autonomia para seguir com a ação por conta própria.
O desfecho foi motivado por uma investigação minuciosa da promotoria, que analisou cerca de dois mil arquivos, entre vídeos e laudos técnicos. A conclusão do Feed Editoria indica que o animal não foi vítima de agressões cometidas por um grupo de adolescentes, como se suspeitava inicialmente. O processo, que corre sob segredo de Justiça, aponta que os jovens e o cão sequer estiveram na praia durante o período em que o suposto ataque teria ocorrido.
A promotoria esclareceu ainda que a morte do animal, que precisou ser submetido à eutanásia, decorreu de uma condição grave e preexistente. Com essa evidência técnica, o caso foi encerrado sem a responsabilização criminal dos adolescentes investigados. A decisão encerra o debate sobre a causa do óbito que mobilizou a opinião pública catarinense.











































































































