Brasília (DF) – O Congresso Nacional abriu suas portas na tarde desta quinta-feira (14) para celebrar os 217 anos da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A homenagem, articulada pelos senadores Izalci Lucas (PL-DF), Humberto Costa (PT-PE), Damares Alves (Republicanos-DF) e pelo deputado Alberto Fraga (PL-DF), resgatou a trajetória da instituição que remonta à chegada da corte portuguesa ao Brasil, com a criação da Divisão da Guarda Real de Polícia por D. João VI, em 1809.
A história da força policial em Brasília consolidou-se em 1966, integrando efetivos do Rio de Janeiro, oficiais do Exército e remanejamentos de outras unidades. Durante a sessão, o senador Izalci Lucas pontuou que a farda transcende a vestimenta, funcionando como um símbolo de sacrifício: “Representa a decisão de colocar a própria vida em risco para que outros vivam em paz”, destacou o parlamentar.
O clima de reconhecimento também marcou as falas de Damares Alves e Leila Barros, que reforçaram o orgulho pela corporação e a necessidade de valorização salarial. Segundo Alexandre Rabelo Patury, secretário de Segurança Pública, a PMDF ostenta hoje o título de polícia menos letal do país, com a marca de “zero mortes a esclarecer”.
O coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares, comandante-geral da PMDF, apresentou números que ilustram a capilaridade social da corporação: cerca de 500 mil pessoas são atendidas por iniciativas como o Proerd e o Provid. O ministro Augusto Nardes, do TCU, aproveitou o espaço para cobrar investimentos, lembrando que a infraestrutura da capital, projetada para 500 mil moradores, hoje precisa atender a uma demanda de mais de 3 milhões de habitantes. As informações são da Agência Senado.


























































































